7 dicas para não cair nas armadilhas do relacionamento

7 dicas para não cair nas armadilhas do relacionamento

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O que motiva a paixão e anima a convivência são as diferentes formas que nós têmos para se posicionar perante a vida e o amor, esclarece o Dr. Sandro Tubini, psicólogo.

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Armadilhas do relacionamento

O que vai definir o seu sucesso e a sua felicidade em qualquer tipo de relacionamento que se dispor a viver: namoro, casamento ou apenas encontros, será a sua capacidade de lidar com seus próprios sentimentos e o conhecimento que você tem de suas próprias ferramentas internas.

Firmeza, passividade ou paixão são diferentes formas de se agir numa relação podem determinar o destino do seu relacionamento.

Seguem algumas dicas que podem fazer toda a diferença!

1. Não tente se encaixar. Apenas seja você mesmo(a)

Muitas pessoas ficam pensando e tentando ser ‘quem’ acreditam que o outro quer encontrar. Isso é bobagem, perda de tempo e tem grandes chances de dar errado! Quando você tenta parecer quem não é, termina atraindo alguém que não vai lhe fazer feliz. Poupe sua energia e apenas seja você!

2. Os homens não costumam mentir sobre o que querem

Frequentemente, ouço mulheres contando sobre o fato de saírem com homens que afirmam não querer nada sério! O problema é que quando eles aparecem, mesmo que eventualmente, são muito carinhosos e atenciosos, fazendo com que elas acreditem que, no fundo, eles estão sim interessados. Não estão! A história é o que é: se eles disseram que querem apenas saídas sem compromisso, mesmo sendo carinhosos, não estão apaixonados e nem dispostos a investir num compromisso. Simples assim.

3. Não abra todas as portas de uma vez

Mesmo estando muito interessado por alguém, vá com calma. Mostrar todos os sinais verdes, fazer vários convites, facilitar demais todas as chances, faz com que o outro perca a motivação da conquista. Sem contar que é uma dinâmica humana: quanto mais fácil é conseguir algo, menos valor parece que tem!

4. Não seja difícil demais

Embora possa parecer, essa dica não contradiz a anterior. Se não é legal facilitar tudo e fazer de tudo para que o outro queira ficar, também é uma grande chatice estar com alguém que dificulta qualquer possibilidade. Nem oito, nem oitenta. O melhor mesmo é ouvir sua intuição e viver um dia de cada vez.

5. Não se trata de fazer joguinho

Se tem algo que considero realmente estafante é se relacionar com alguém que joga o tempo todo. Quer, mas diz que não quer. Faz, mas diz que não faz. Seja autêntico e assuma o que quer e o que sente e assuma as consequências e os riscos. Segurança e espontaneidade são poderosos afrodisíacos.

6. Mantenha-se atento aos fatos

Quando se está muito carente ou ansioso para encontrar alguém bacana, é mais fácil se deixar enganar e terminar acreditando no que ‘se quer’ e não no ‘que é’! Ouça o que o outro diz. Observe o que ele faz. Seja claro quanto ao que você quer e mantenha-se atento ao modo como ele reage e o que diz sobre isso.

7. Se começar no virtual, não prorrogue demais o encontro real

Conhecer alguém pela internet é ótimo, mas passar anos nesta relação virtual sem nunca se encontrarem, é uma perigosa armadilha. É viver num mundo que não existe de verdade. Trate de marcar este encontro real assim que possível, até para constatar se vão se gostar também frente a frente, incluindo cheiros, gostos, manias, entre outros detalhes que a gente só percebe na convivência.

O impacto no comportamento e na saúde

“A grande realidade é que nos relacionamentos íntimos, uma das maiores emoções é se deparar com uma pessoa autentica e não com um personagem fatal tão falso quanto uma nota de 6 reais. O que motiva uma linda paixão e anima a convivência são as diferentes formas que cada um de nós têm para se posicionar perante a vida e claro, perante o amor. Por isso, não viva um personagem para se relacionar com alguém, seja você mesmo e seja feliz”, esclarece o Dr. Sandro Tubini (psicólogo e psicoterapeuta da Clínica de Comportamento e Saúde).

Equipe Comportamento e Saúde (Rosana Braga)

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