Divorciados fazem mais sexo do que solteiros e casados

Divorciados fazem mais sexo do que solteiros e casados

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O corre-e-corre estressante do jovem casado é um dos motivos para uma menor frequência sexual, afirma o Dr. Sandro Tubini, psicólogo.

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Sexo, só depois da separação!

Quem diria que a máxima “sexo, só depois do casamento” estaria sendo abalada pelas pesquisas dos cientistas do comportamento? Sem dúvida,  neste mundo de corre-e-corre e estresse, os psicólogos são cada vez mais importantes hoje em dia para nos nortear para os comportamentos saudáveis.

A pesquisa sobre os hábitos sexuais dos britânicos, encomendada pelo jornal The Sunday Telegraph constatou que as pessoas que mais praticam sexo de 6 a 20 vezes por mês são os:

  • 68% divorciados, em primeiro lugar;
  • 44% casados formalmente;
  • 43% casais que vivem junto;
  • 38% solteiros.

A pesquisa indica ainda que 11% dos divorciados têm relações sexuais mais de 21 vezes por mês – quase o dobro dos britânicos casados. De acordo com a pesquisa, as pessoas casadas fazem sexo, em média, 9 vezes por mês.

Causa: Estresse no trabalho

O impacto do estresse gerado no ambiente de trabalho e no ambiente familiar foi destacado na pesquisa, afinal alguns aposentados têm duas vezes mais relações sexuais do que pessoas mais jovens que trabalham. Veja:

  • Entre os aposentados, 29% fazem sexo mais de 11 vezes por mês, em comparação a 24% dos que trabalham em período integral e a 20% dos que trabalham meio período.

O impacto no comportamento e na saúde

“Quando se leva em conta que uma pessoa que chega à idade para a aposentadoria, hoje, pertence a essa geração do pós-guerra, com melhor condicionamento físico, mais ativa e com mais recursos financeiros do que gerações anteriores na mesma idade, não é de surpreender que ela esteja fazendo mais sexo”, diz Rosie Campbell, especialista em psicologia social, ouvida pelo Sunday Telegraph.

Enquanto que, “O trabalhador típico em regime de meio período é uma mãe de 40 e poucos anos que lida com carreira, filhos e vida doméstica”, acrescenta Campbell. “É provável que sexo seja a última coisa que ela tenha em mente.” A maioria dos britânicos – 34% – disse na pesquisa on-line que a melhor fase de sua vida sexual foi entre os 25 e os 34 anos, enquanto 23% disseram que foi entre os 18 e os 24 anos.

No total, um quarto dos britânicos que participaram da pesquisa dizem que foram infiéis aos parceiros. A confiança foi considerada o aspecto mais importante de um relacionamento – mais do que companheirismo ou estabilidade financeira. Sexo ficou em quinto lugar.

Equipe Comportamento e Saúde

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