Homossexualidade feminina não precisa ser tabu

Homossexualidade feminina não precisa ser tabu

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Quando olhamos profundamente e focamos no sentimento, percebemos que o gênero deixa de ser importante e que o amor prevalece, tranquiliza a Dra. Daniele N. Tubini, psicóloga.

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O amor não tem sexo

Mesmo com a evolução natural das relações interpessoais, a homossexualidade feminina ainda é vista como um tabu em nossa sociedade. Um exemplo claro, foi o anúncio do casamento de Daniela Mercury com a jornalista Malu Verçosa, as opiniões contra e a favor proliferam nos meios de comunicações e nas redes sociais. É um fenômeno social e, ao mesmo tempo, sinal de que a sociedade está se abrindo para a discussão.

A homossexualidade feminina ainda aparece como tabu nas rodas de conversa. A Dra. Daniele N. Tubini, psicóloga e psicoterapeuta da Clínica de Comportamento e Saúde, explica que “quando as pessoas pensam em relacionamento, há o conceito social formado de que a união só é possível se for entre pessoas de sexos diferentes. Quando olhamos profundamente e focamos no sentimento, percebemos que o gênero deixa de ser importante e que o amor prevalece.”

“Talvez falte a confiança de que o amor seja a força que faça as pessoas assumirem seus próprios desejos e personalidade, independente da aceitação da sociedade”, complementa ela.

Assumir-se a si próprio

Muito se fala em “se assumir”, “sair do armário”, como expressões para viver explicitamente o que se é de verdade. E isso não se aplica somente a homossexuais; quantas pessoas não tem coragem de se declarar para seu amado ou amada? Quando há a aceitação própria de um sentimento natural do ser humano, seja ele amor, carinho, amizade, ganha-se a liberdade de expressá-lo da maneira como ele vier. Seja por um amigo, um namorado, pelos pais, por pessoas do mesmo sexo, não importa.

O que importa é vivermos felizes com nossas escolhas, independente de quais forem.

Equipe Comportamento e Saúde

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