Insônia

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"O principal tratamento não farmacológico é a terapia cognitivo-comportamental", diz Dr. Drauzio Varella, médico.

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O que é Insônia?

É um estado de ausência de sono, caracterizado pela incapacidade de começar a dormir (ou de manter este sono) com conseqüente prejuízo orgânico e psicológico no dia seguinte.

Apesar de seus danos ao organismo, a insônia não é  considerada uma doença, mas sim um sintoma de algum problema ou enfermidade mais grave, como a Ansiedade, a Depressão ou Estresse.

Existem 3 tipos de INSÔNIA: a TRANSIENTE (curto prazo), a INTERMITENTE (vai e vem) e a CRÔNICA (constante).

Quais são os sintomas de quem tem Insônia?

Quanto à sintomatologia geral, pode variar de pessoa para pessoa, sendo estes os sintomas mais comuns:

Sintomas Físicos

  • Cansaço exagerado;
  • Falta de ar ou sensação de fôlego curto;
  • Vertigens e tonturas;
  • Tensão ou dor muscular sem causas detectadas;
  • Palpitações;
  • Sudorese, mãos frias e úmidas.

Sintomas Psíquicos

  • Inquietação, impaciência e irritabilidade;
  • Perda de concentração e memória;
  • Preocupação excessiva;
  • Comprometimento da interpretação da realidade;
  • Resposta exagerada à surpresa;
  • Postura sexual alterada: ejaculação precoce no homem e frigidez na mulher ou aumento da excitação sexual.

Importante: Segundo o Instituto do Sono, “a insônia é a enorme ponta de um iceberg e deve ser analisada sob três aspectos: Biológico, Psicológico e Social.”

Quais são as causas da Insônia?

Fatores Psíquicos.

  1. Perturbações e Traumas ocorridos durante o Desenvolvimento e a Formação da Personalidade caracterizam um quadro propício para o surgimento da enfermidade.
  2. Exposição a circunstâncias traumáticas que são persistentemente revividas em recordações e sonhos ou até fazem parte do cotidiano do indivíduo.
  3. Comportamentos de risco tais como: ingestão excessiva de cafeína, álcool e cigarros antes de dormir, exercícios pesados ou horários inadequados de dormir/acordar.

Fator Sócio-cultural. O meio a que o indivíduo é submetido (violência, economia instável e as características atuais do trabalho) é decisivo para o desenvolvimento da Insônia.

Quem tem mais chance de ter Insônia?

  • Pacientes diagnosticados com doenças psicológicas (ansiedade, estresse, depressão, etc);
  • Pacientes de doenças potencialmente graves, respiratórias ou psíquicas;
  • Pacientes dependentes de remédios psicotrópicos ou dependentes químicos;
  • Pessoas submetidas a TRAUMA psíquicos;
  • Pessoas com conflitos interpessoais ou intrapsíquicos;
  • Pessoas com dificuldades em lidar com fatos novos ou situações desconhecidas;
  • Pessoas muito preocupadas com o futuro.

Importante: Aproximadamente 50% dos pacientes com Insônia apresentam diagnóstico de Depressão. 

E quem não trata a Insônia?

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A demora para o tratamento leva a muitos prejuízos individuais (orgânicos e psíquicos) e as doenças psicossomáticas surgem como a principal conseqüência dos desajustes dos processos psicológicos do indivíduo.

O sono é um processo orgânico vital para o corpo humano que, além de descanso físico e mental, promove vários processos metabólicos.

A curto prazo, a Insônia gera um estado de tensão constante e insegurança, causada pelo “círculo vicioso” que, quanto mais o paciente tenta dormir, mais frustrado e incomodado fica, impedindo  o sono.

A longo prazo, a Insônia, que se torna crônica, causa o “esgotamento”  que acaba levando à manifestações de doenças psicossomáticas como  enxaqueca, gastrite, fibromialgia, diabetes tipo 2,  disfunções endócrinas, cardiovasculares, etc. Você sabia?

Como é feito o diagnóstico e o tratamento para a Insônia?

Como não existe um exame laboratorial específico para o diagnóstico da Insônia, é fundamental o diagnóstico de um profissional em Saúde Mental (profissional psicólogo e/ou psiquiatra).

O mais indicado nestes casos em que a fragilidade psíquica do indivíduo fica evidente é o tratamento psicológico, a conhecida PSICOTERAPIA (que é combinada com medicamentos em alguns casos).

Mas para que não haja evolução deste quadro é fundamental o apoio da família e amigos, pois o preconceito pode ser uma barreira ao tratamento.

Portanto no caso do aparecimento de alguns dos sintomas descritos, não hesite em procurar um especialista em Saúde Mental (profissional psicólogo e/ou psiquiatra), juntos eles indicarão o melhor tratamento para o alívio desta enfermidade.

Importante: Remédios são importantes aliados,  mas o tratamento psicológico é imprescindível.

Equipe Comportamento e Saúde

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