Mães que tatuam nome dos filhos

Mães que tatuam nome dos filhos

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Angélica, Xuxa, Angelina Jolie e Danielle Winits. Essas e muitas outras famosas deixam a tatuagem que leva o nome do filho em evidência na mídia, mas as celebridades não são as únicas adeptas. Esse tipo de tatuagem faz cada vez mais a cabeça das mulheres. Pode ser pequena, bem escondida na nuca, ou mais escandalosa, completamente visível na perna. O objetivo declarado é eternizar o amor de mãe para filho.

“A tatuagem não é para ser apagada. É permanente. Ela se torna um verdadeiro marco do amor para quem opta por fazê-la”, afirma a psicóloga e psicanalista Renata Lommez.

Admiração e carinho

Antes mesmo do nascimento da filha, a gerente administrativa Celina Carneiro Julião Sane, 25, não tinha dúvidas: iria escrever o nome de Mel no corpo. “Eu gosto de tatuagem bem aparente, não gosto de locais discretos. Queria fazer uma no braço, então aproveitei e fiz para a minha filha. Apenas esperei parar de amamentar”, conta.

O objetivo de Celina era exibir o amor e orgulho que sente pela filha. “Para mim, a tatuagem representa admiração e carinho. Também é mostrar o orgulho que você tem de ter um filho”, afirma. A mãe acredita que Mel irá gostar da homenagem daqui a alguns anos, quando tiver maturidade para entender o gesto. “Eu e meu marido somos um casal tatuado. Ela certamente não vai ter preconceito, vai gostar porque tatuagem também é uma forma de arte.

Para a psicóloga e psicanalista Renata Lommez, esse tipo de tatuagem realmente é vista de maneira menos preconceituosa pela sociedade. “Elas são mais bem aceitas porque é uma questão de amor materno. Vem embutida de afeto e as pessoas são mais tolerantes. Mesmo as que ficam em locais mais visíveis são bem recebidas pela maioria das pessoas”, afirma.

A apresentadora Astrid Fontenelle também escolheu um local onde todos pudessem ver a tatuagem com o nome do filho, Gabriel. “Quando ele nasceu na minha vida, eu imediatamente tive vontade de tatuar o nome dele. Resolvi que seria com letra cursiva e depois de muito quebrar a cabeça acabei lembrando desses colares com o nome que muita mãe usa e que eu tenho, mas com meu nome. Achava que todo mundo veria a tatuagem se fosse nesse local e ninguém teria dúvidas de quem eu amo”, conta.

Duplo sentido

Já a advogada Barbara Imamura, 37, não quis exibir as iniciais das duas filhas, Marina e Bruna, em lugar muito evidente no corpo. Preferiu tatuá-las no punho. Além de serem as iniciais das filhas, as letras representam também as iniciais de seu próprio nome e do marido, Marco. “Essa tatuagem tem um duplo sentido e engloba toda a nossa família. A homenagem foi para as minhas filhas, mas a tatuagem ficou ainda mais especial”, conta Barbara.

A administradora de empresas Fabíola Donato Trevisan Thamer, 35, confessa que nunca gostou muito de tatuagem até fazer a primeira, em homenagem ao marido, quando ainda eram noivos. “Sempre achei que iria enjoar, mas isso não aconteceu. Depois ainda fiz outras duas.”

Mãe de um menino de dois anos, o Felipe, Fabíola não só homenageou o filho como também o sobrinho com uma tatuagem na nuca. “O amor que sinto pelo meu sobrinho é como o que tenho pelo meu filho.” E se vier outro filho, ainda tem espaço para uma terceira inicial? “Não deixei espaço porque não penso em outro filho, mas meu marido ainda quer. Se vier outro, o tatuador vai ter que dar um jeito porque vou querer todas as iniciais juntas. Será tudo o mesmo amor.”

Punho e antebraço

O tatuador Gean Marcio de Souza afirma que o local escolhido por Barbara Imamura é um dos mais populares para tatuagem com nome dos filhos. “O punho e o antebraço são, com certeza, os lugares do corpo mais comuns.”

Além disso, ele lembra que homens e mulheres têm preferências distintas na hora de montar o desenho. O pai, normalmente, quer uma tatuagem maior e gosta de acrescentar algo ao nome. “Já as mulheres são mais delicadas”, afirma.

Equipe Comportamento e Saúde (IG e EduCesar)

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