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Tarja pretas não resolvem a ansiedade e podem viciar

"A ansiedade é um problema difícil, um fardo que sobrecarrega as pessoas em sua luta constante à procura de tranquilidade", explica o Dr. Sandro Tubini, psicólogo.

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Não existe melhor remédio do que a psicoterapia

Os brasileiros estão vivendo mais, mas a depressão e a ansiedade são fardos que pesam nessa trajetória mais longa. No caso da ansiedade, o Brasil é o único país que aumenta essa carga ao longo dos anos.

Normal, disfuncional e doença

As pessoas ansiosas podem oscilar entre o normal, o disfuncional e a doença. Disfuncional é quando a pessoa tem prejuízos no cotidiano. Uma pessoa pode ter uma doença, como o transtorno de ansiedade, mas não ter problemas no cotidiano porque faz tratamento, ou seja, a doença é funcional. Mas ela também pode ser extremamente agitada, não ter a doença, mas isso ser um problema para seus relacionamentos, por exemplo. E a origem de tudo, geralmente, é o excesso de tarefas. Uma conversa de verdade com um profissional de saúde pode solucionar isso.

Calmante tarja preta não trata a doença

Esses remédios só tratam os sintomas, temporariamente, e ainda trazem o risco de dependência. As causas são tratadas apenas com psicoterapia e medicamentos mais específicos.

Psicologia é a base da Slow Medicine 

A conversa entre o profissional e seu paciente na medicina humanizada é sem pressa: profissional e paciente estão no mesmo patamar, de igual para igual. O paciente é ouvido. Eles decidem juntos sobre o melhor tratamento. Dr. José Carlos reforça: “A Slow Medicine preza pelo fortalecimento da relação médico-paciente, o que necessariamente passa pelo conhecimento, não só da pessoa como de sua família, cultura e ambiente. Com base nessa vivência de compromisso, cumplicidade e colaboração é que tecemos as hipóteses diagnósticas”.

O Dr. Sandro Tubini, psicólogo e psicoterapeuta  da Clínica de Comportamento e Saúde, conhece bem esta realidade, “As pessoas chegam no consultório com muitas cicatrizes na alma e repletos de emoções que estão vivas em sua memória. É preciso paciência e sabedoria para lidar com a vida destas pessoas, que não querem ser desrespeitadas e nem serem tratadas à base de medicamentos”, enfatiza o especialista.

Equipe Comportamento e Saúde (G1)

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